segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Primeira resenha - Livro: Felicidade Roubada - Augusto Cury

Faz bastante tempo que queria criar um blog, para falar de uma das minhas maiores paixões; Os Livros!
E hoje começo com a minha primeira resenha do primeiro livro que li em 2015. Espero que gostem da resenha :)

Classificação: 4/5
Sinopse:  E se de repente você perdesse a capacidade de fazer aquilo que dá sentido à sua vida? E se fosse paralisado por seus medos? Alan Alcântara é um bem-sucedido neurocirurgião, que dedica grande parte de seu tempo à medicina. Cético e pragmático, não reconhece qualquer sinal de fraqueza em si e tem dificuldade em lidar com pessoas lentas. 
Sua vida profissional suga toda sua energia, e, apesar de amar sua esperta filha Lucila e sua adorável esposa Claudia, mal convive com elas. Pensa que o amor é algo incondicional e não precisa de cuidado... Durante uma cirurgia, no entanto, Alan é acometido por uma crise de pânico e não é capaz de terminar o procedimento, deixando a responsabilidade para seu auxiliar. 
Ele pensa estar sofrendo um ataque cardíaco, e não admite o diagnóstico: transtorno psíquico. Em hipótese alguma, seu mal-estar poderia ter origem emocional. Isso é para fracos, acredita o médico. Alan verá suas certezas desmoronarem diante da doença – que irá significar, em última instância, uma oportunidade rara de ele se reconstruir como ser humano.


Este foi o primeiro livro que li do Augusto Cury, e de fato superou minhas expectativas!
Dr. Alan é um neurocirurgião bem sucedido e ama o que faz, é um homem programado, sem paciência com pessoas lentas e muito respeitado pela equipe do hospital. 
Certo dia, o Dr. Alan tem uma crise de pânico no meio de uma cirurgia, mas o que ele não aceitava, era que na verdade, ele estava tendo um transtorno psíquico. 

O Dr. Alan tem uma filha, a Lucila e uma esposa dedicada, a Claudia, ambas tem um amor incondicional pelo Dr. Alan, porém ele se dedica demais ao seu trabalho e acaba esquecendo um dos ingredientes principais para se ter uma vida feliz: O amor.

É ai que o livro começou a me surpreender, para tentar se curar o Dr. Alan teve que primeiramente se aceitar, e assumir para si mesmo que precisava de ajuda para tratar seu transtorno e se reconstruir como pai, marido e humano.

Com a ajuda de terapia ele encontra algumas respostas para varias perguntas. Não posso revelar tanto sobre o livro, mas a finalização que o autor usou foi perfeita!

Leitura recomendada! 

:)

Bjs,  

Dêh 

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